Educação
O facto de as taxas de literacia finlandesa estarem entre as melhores – ou serem mesmo a melhor – do mundo é um tributo à eficiência do sistema finlandês da educação. O programa PISA (Programme for International Student Assessment), da OCDE, destinado a aferir os conhecimentos e as competências das crianças em idade escolar nos países do OCDE, colocou a Finlândia entre os países de topo em 2001, por exemplo. Este estatuto tem-se mantido ano após ano. O sistema escolar começa com o ensino pré-escolar que precede a entrada na escola básica, quando a criança atinge os sete anos. O ensino básico perdura até ao nono ano, após o qual os estudantes têm a possibilidade de prosseguir com os seus estudos via formação profissional ou no liceu. Cumpridos os três anos do liceu (até à idade de 18 ou 19 anos), os estudantes participam num exame final do ensino secundário depois do qual eles podem continuar os estudos no ensino superior, numa escola politécnica ou numa universidade.
A primeira universidade, a Academia Real de Turku, foi fundada em 1640 (quando a Finlândia ainda pertencia à Suécia). Actualmente há, na Finlândia, 20 universidades, a maior parte das quais pertencem e são financiadas pelo Estado. Os estudantes não têm de pagar propinas. É exigido às universidades que alcancem elevados standards internacionais na investigação, educação e na instrução cumprindo os princípios éticos e boas práticas científicas.
Além do ensino superior existe a opção de ensino para adultos e uma excelente estrutura de escolas nocturnas, formação profissional e cursos de reconversão profissional de adultos que alcança todo o país. Este sistema foi considerado prioritário nas últimas décadas, devido a ter sido reconhecido que as gerações recentes têm beneficiado de standards de educação que não estavam necessariamente disponíveis às pessoas mais velhas.
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